Quantas lágrimas deitaram-se ao chãoFilhas do desespero, do engano, da solidão
Feitas do vinho amargo da inquietação,
Da falta de sabedoria de um coração?
Quanto sofrimento já se teve
Chegando ao ponto de se gostar
Quanto e tanto se busca o sofrer
Por falta de mais se amar?
O quanto se perde procurando metades
Tampas de panelas, espíritos iguais
E recusamos a encarar as verdades
Que são as mentiras de nossos ideais?
O quanto jogamos fora, ao perseguir...