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Gentil e suave mariposa,
Cegaste meus olhos
com o pó de tuas asas?
Porque tornaste meus dias
Cada vez mais embaçados?
Por onde voaste, leve peregrina?
Que mágoas e prazeres carregas,
E que ardores habitam teus pensamentos?
É essa mágoa que hoje me cega?
Ou é um prazer fazer meu olhar
Tornar-se...